Boutros Boutros-Ghali

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Boutros Boutros-Ghali (14 de setembro de 1922) é um diplomata egípcio que foi o sexto Secretário-Geral das Nações Unidas, de Janeiro de 1992 a Dezembro de 1996. Um acadêmico e antigo Ministro do Exterior do Egito, Boutros Boutros-Ghali supervisionou a ONU num período conturbado, de várias crises mundiais, incluindo a dissolução da Iugoslávia e o genocídio de Ruanda.

Boutros Boutros-Ghali nasceu no Cairo de uma família Cristã Copta. Seu avô, Boutros Ghali, foi Primeiro Ministro do Egito de 1908 até seu assassinato em 1910.

Boutros Boutros-Ghali se graduou na Universidade do Cairo, em 1946, adquiriu Ph.D. em direito internacional na Universidade de Paris e um diploma de relações internacionais da Sciences Po em 1949. Em 1979, foi apontado Professor de Direito Internacional e Relações Internacionais na Universidade do Cairo, uma posição que manteve até 1999. Tornou-se Presidente do Centro de Estudos Políticos Estratégicos, em 1975, e presidente da Sociedade Africana de Estudos Políticos em 1980.

Carreira nas Nações Unidas

Eleito Secretário-Geral, o maior posto das Nações Unidas, em 1991, o mandato de Boutros-Ghali foi controverso. Em 1992, Boutros-Ghali submeteu “Uma Agenda para a Paz” (An Agenda for Peace), uma sugestão de como a ONU poderia responder a um conflito violento. Entretando, foi criticado pela falha da ONU em agir durante o genocídio em Ruanda em 1994, na qual oficialmente deixou mais de 1 milhão de mortos, e Boutros-Ghali não conseguiu reunir ajuda na ONU para a intervenção na Guerra Civil Angolana. Uma das mais difíceis tarefas durante seu mandato foi a tensão na região da Iugoslávia.

Em 1996, dez membros do Conselho de Segurança, liderados pelo membros Africanos: Egito, Guiné-Bissau e Botswana patrocinaram uma resolução que apontava Boutros-Ghali para um segundo mandato, até o ano de 2001. Entretando, os Estados Unidos vetaram o segundo mandato de Boutros-Ghali. Além dos EUA, a Grã-Bretanha, Polônia, Korea do Sul e Itália não apoiaram a resolução, mesmo que os quatro países tivessem votado a favor de Boutros-Ghali, depois que os EUA tem firmemente declarado sua intenção de veto. Mesmo não sendo o primeiro Secretário-Geral vetado (já havia sido vetado o terceiro mandato de Kurt Waldheim, em 1981) Boutros-Ghali foi o único Secretário-Geral que não teve um segundo mandato. Ele foi sucedido por Kofi Annan.

Links Externos:

http://weekly.ahram.org.eg/2006/777/profile.htm

http://findarticles.com/p/articles/mi_m1316/is_/ai_68148605

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